
Na terça-feira passada, o encontro meditativo se viu acrescido da presença de Neuzinha e de Salete, o que trouxe um alento novo e estelar ao grupo. O Ricardo também veio enriquecer nossa reunião, brindando-nos com cânticos xamânicos dos índios norte-americanos, como um bálsamo.
Entramos por novos portais, a partir da eclipse do dia 11 de junho, e sentimos que estamos adentrando um novo tempo, onde o encontro do obaobá deve também tomar novas dimensões.
Escrevo aqui hoje, dia 25 de junho, dia fora do tempo do calendário Maia, e sinto toda a profundidade da energia que hoje se derrama sobre nós. É como se irmãos mais velhos espirituais, os golfinhos, e os seres das estrelas estivessem velando por nós de forma profundamente amorosa, acalmando nossas inquietações e abrindo uma nova página e uma nova consciência em nós.
Essa nova abertura se traduziu no nosso último encontro na orientação dos anjos para que dançassemos a dança mais próxima ao nosso espírito. A dança nos torna seres qüânticos, abrindo nossa energia para as possibilidades de ser e de estar no espaço e no sentimento. O trabalho criativo na meditação propicia que mesmo os não-dançarinos como eu possam sentir a alma bailando. Como pequenas estrelas podemos nos juntar à poeira cósmica e recriar a paisagem interna.
Uma fogueira imaginária e os cânticos de Ricardo transformaram o todo numa cerimônia, abrindo uma nova página na caminhada do obaobá.

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