
Está ficando difícil de escrever aqui e manter algum nexo com o senso comum, pois as experiências estão ficando extremamente tranquilas e incomuns. A clareza das mensagens tem sido pungente e calmante...
Hoje, no Sítio União, na casa de Fábio, houve entrelaçamento de visões, como as de Telma e Fábio, recados claros para Fátima e Ivete.
Tona serviu de mensageiro, revelando a essas duas últimas a razão de seus desconfortos. Eu me senti sendo modelada na lama do mangue.
Antes de começarmos a meditação, tomamos cada um três gotas do floral do mangue. Até agora me sinto meio amolecida, como se tivesse de fato entrado no mangue, mergulhada nele.
E da experiência toda me pareceu saltar um motivo comum. A do renascimento, o ser remodelado, o ter uma chance de partir renovado, deixando para trás bagagens que já não nos servem mais.
Fábio assistiu a seu próprio enterro, Telma se sentiu num enterro. Eu me senti sendo retrabalhada, como uma massinha com a qual você pode sempre recriar novas formas. Telma foi nos guiando suavemente a tentar encontrar o desejo que gostariamos de modelar durante a semana. Tudo veio regado com o perfume de angélica no jarro perto de nós.
Nossa, é tão calmante saber que podemos ser assim abraçados pela Terra, sentindo nosso espírito vivificado. A idéia de mangue como berçário, como lugar de reparação, e mais do que isso, de recriação, fica cada vez mais nítida. Nossa vida pode ser sempre recriada, podemos voltar ao berçário, e temos ajuda para aninhar nossos desejos e projetos, até que eles se sintam tranquilos, firmes e alegres de partir para o alto mar. Estamos dando panos para os mangues.
Hoje, no Sítio União, na casa de Fábio, houve entrelaçamento de visões, como as de Telma e Fábio, recados claros para Fátima e Ivete.
Tona serviu de mensageiro, revelando a essas duas últimas a razão de seus desconfortos. Eu me senti sendo modelada na lama do mangue.
Antes de começarmos a meditação, tomamos cada um três gotas do floral do mangue. Até agora me sinto meio amolecida, como se tivesse de fato entrado no mangue, mergulhada nele.
E da experiência toda me pareceu saltar um motivo comum. A do renascimento, o ser remodelado, o ter uma chance de partir renovado, deixando para trás bagagens que já não nos servem mais.
Fábio assistiu a seu próprio enterro, Telma se sentiu num enterro. Eu me senti sendo retrabalhada, como uma massinha com a qual você pode sempre recriar novas formas. Telma foi nos guiando suavemente a tentar encontrar o desejo que gostariamos de modelar durante a semana. Tudo veio regado com o perfume de angélica no jarro perto de nós.
Nossa, é tão calmante saber que podemos ser assim abraçados pela Terra, sentindo nosso espírito vivificado. A idéia de mangue como berçário, como lugar de reparação, e mais do que isso, de recriação, fica cada vez mais nítida. Nossa vida pode ser sempre recriada, podemos voltar ao berçário, e temos ajuda para aninhar nossos desejos e projetos, até que eles se sintam tranquilos, firmes e alegres de partir para o alto mar. Estamos dando panos para os mangues.

Nenhum comentário:
Postar um comentário